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Com luxo e emoção, rainhas de bateria brilham no Grupo Especial

Com muito gingado, emoção, fantasias luxuosas e samba no pé, as rainhas de bateria brilharam, vestiram a camisa e cumpriram o papel durante os desfiles das escolas do grupo Especial do Carnaval de Vitória 2025. O evento foi realizado entre a noite de sábado (22) e a manhã de domingo (23).

As rainhas das escolas: Unidos de Jucutuquara, Chegou o Que Faltava, Unidos da Piedade, Mocidade Unida da Glória (MUG), Novo Império, Independente de Boa Vista, Imperatriz do Forte deram vida aos enredos das escolas por meio dos brilhos, cores, penas e encantos.

Além disso, as musas das escolas levantaram a plateia e foram aplaudidas após darem show de beleza, carisma e muito samba no pé.

Confira as fantasias das madrinhas de bateria

Abrindo a segunda noite do desfile das escolas de samba ,Schyrley Moura esteve à frente da “Nação” usando uma fantasia nas cores dourado e vermelho. A escola teve o coração como tema central de seu desfile: falou do órgão e também de suas simbologias.

Em entrevista a reportagem do Folha Vitória, Schyrley afirmou antes de cruzar a avenida que a expectativa era alta para uma bela apresentação. “O coração estava pulsando bem acelerado”.

No enredo “Pulsar da vida”, a “coruja” também busca conscientizar os foliões sobre a doação de sangue e a importância do cuidado com a saúde do coração, com a prática de exercícios físicos.

A agremiação entrou na avenida com o samba-enredo “Da lama sai muito barulho!”, em homenagem à comunidade, aos moradores e aos saberes que emergem do manguezal.

A rainha da bateria, Thalita Zampirolli, estreou com muito estilo e glamour à frente da “Ritmo Nervoso”, usando uma bela fantasia com as cores da escola: azul, rosa e branco.

Há 17 anos de trabalho na agremiação, Nathy Messias brilhou na avenida com uma fantasia nas cores azul e branco. Com o enredo “Ibeji”, “a mais querida” levou para a avenida os orixás protetores das crianças.

“Há muito tempo não fazemos um Carnaval tão grande, meu coração está muito quentinho“, descreveu a rainha de bateria.

Com uma mensagem sobre a celebração da vida, a escola de samba mais antiga da Capital capixaba vai celebrar também os seus 70 anos. A divindade, representada por dois gêmeos, carrega a felicidade, a inocência e a vitalidade.

“A mocidade é filha de Jorge”, fazendo jus ao samba-enredo, a “Pura Ousadia” levou para avenida o enredo sobre a fé no santo guerreiro como aposta de tentar manter o título da canela-verde por mais um ano.

A rainha de bateria, Layla Bastos, trouxe na fantasia as cores dourado e prata.

Momentos antes de entrar na avenida, Layla escreveu nas redes sociais: “Hoje revelamos o grande poder oculto que, com o sincretismo religioso, se transforma em outra versão de São Jorge: a FORÇA DE OGUM”

O enredo sobre a fé no santo guerreiro é a aposta da escola para tentar manter o título na cidade canela-verde por mais um ano. A ideia de “O guerreiro da capa encarnada, Jorge do povo brasileiro” é retratar o santo como um padroeiro informal do Brasil.

Rayane Rosa, rainha da Orquestra Capixaba de Percussão, trouxe em sua fantasia as cores da agremiação azul, branco e rosa de Caratoíra. A escola retratou a noite e a boemia do Centro de Vitória no desfile deste ano.

Esbanjando muita simpatia, a rainha fez parte da viagem no tempo da escola pelo Centro de Vitória. Também foram destacados marcos históricos para a cultura da região entre o fim da década de 1920 e a década de 1950, quando a agremiação foi fundada.

A agremiação entrou na avenida mostrando a vida do renomado fotógrafo Sebastião Salgado. Shirley Oliveira, rainha de bateria da “Águia Furiosa” trouxe para a avenida muito gingado e uma fantasia composta de pedraria azul, vermelha e penas pretas.

A escola trouxe para a avenida o enredo “Os olhos do mundo: assombros de Sebastião Salgado” com muita cor e homenagens para o artista brasileiro.

À frente dos ritmistas da Imperatriz do Forte como uma verdadeira rainha, Izabella Azevedo brilhou com a fantasia nas cores vermelha e vinho, remetendo à “abolição da cobiça”.

Em “Só quem sabe onde é Luanda, saberá lhe dar valor“, a verde e rosa retratou o período pré-colonial da Angola, onde viviam os reis e rainhas.

Fonte: FolhaVitoria

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